"Na contramão deste mundo em direção a Deus"

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O certo a se fazer

Por
João Ricardo Urel

Lembro-me na época de escola, quando em uma aula o professor precisava se ausentar. Por alguns poucos minutos a sala parecia uma feira livre, onde acontecia de tudo. Alguns saiam da sala, aproveitavam para dormir, brincavam com o celular, conversavam em alta voz ou até mesmo como já fizemos uma vez, um campeonato de futebol no fundo da sala. Isso acontecia porque sem o professor todos sentiam-se “livres” e faziam o que tinham vontade.
Isso ilustra bem o que acontece conosco em relação a Deus. Quando perdemos a noção da presença do Senhor e de Sua soberania, perdemos também o senso que nos inibe e limita a distinguir o certo do errado. No livro dos Juízes vemos exatamente isso, em 21.25 o autor diz “Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”.
Sem a presença do Rei, que era a figura de um líder responsável por proteger, guiar, contribuir (ou não) com a espiritualidade do povo; cada israelita sentia-se livre de seus compromissos com Deus como nação, deixando de lado o Deus de seus antepassados e fazendo o que achava conveniente, correto e direito baseado em seus próprios “achismos”. Isso trouxe consequências terríveis a nação, ainda que muitas vezes Deus levantasse juízes.
Nosso contexto atual é muito parecido, pois para muitos tudo é relativo, não existem valores e cada um faz o que julga ser conveniente e agradável. Mas nosso padrão, nossa regra não pode ser nosso próprio coração corrupto (cf. Jr 17.9) mas sim o padrão do próprio Deus. Isso implica que você não pode se adaptar galera da faculdade, ou viver como um jovem que busca prazeres passageiros.

Precisamos parar de fazer o que achamos certo, baseados nas nossas próprias vontades. Nós temos um Rei, e esse é Jesus! Este é nosso modelo e padrão para a vida! Vivamos de acordo com o que é reto aos olhos dEle, ainda que pareça que o “professor” está ausente, pois Ele não está.

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